amarante, rodrigo
bruto bailarino
delicado que e
olhos de menino
ginga de paje
pena de malandro
rima de doutor
sua faixa-preta
de amarelo decorou
mas o decoro o coro
o status quo
ele dizia a cara assim
o o!
e sua forca era
a sua voz
ainda e
sera assim
entre nos
foi meu professor
foi meu cumplice
sua mente eu sei
so chego ao indice
fera dos palacios
peste dos jardins
orquestrava lata
e traduzia do latim
o cometa passou
marcou meu corpo
esta escrito
riscou o tempo
e foi